terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Crítica: The Post - A Guerra Secreta

Já digo de cara que é um filme mais ou menos...com uma Meryl Streep mais ou menos e um Tom Hanks bem mais ou menos.






Só que é um filme que conta uma parte importante da história americana. Um filme de americanos para americanos. Por isso ele figura nas principais premiações e ainda consegue múltiplas indicações, inclusive nas atuações.

O fracasso dos EUA no Vietnã é motivo de chacota até hoje. Mas o engraçado é observar que até hoje o Estado, seja ele qual for, sempre tenta esconder da população a sua podridão.



Não precisamos ir muito longe!


Mas o filme me tirou uma dúvida gigantesca: como funciona a publicação de um jornal, direto da fábrica!



Acho que foi a melhor coisa que tirei do filme! hehe


Brinks!


The Post foi indicado a somente 2 Oscars:
*Filme
*Atriz

Vai sair de mãos vazias!

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Crítica: Me chame pelo seu nome

É bastante raro um filme superar um livro.

Por vários motivos.

O livro é uma obra de arte extensa, que inclui métodos de narração bem diferentes da cinematográfica. A sua forma de emocionar/encantar/assustar passa por um caminho diferente da sétima arte, que impacta o público através de imagens, principalmente.


Houve uma evolução gigantesca no comportamento dos brasileiros desde O segredo de Brokeback Mountain até hoje. Lembro que várias pessoas saíram do cinema após o início das cenas românticas entre os dois cowboys. Hoje ninguém saiu após ver o despertar da paixão de Elio.

Mas como eu estava dizendo, o filme não supera o livro. Para quem quiser adentrar mais profundamente na história, leia o romance de André Aciman.


Esse pêssego da capa tem um significado bem particular...hehe



Chega de distração! 

O verão é uma estação que proporciona sonhos. Vale o ditado: amor de verão não sobe a serra. No caso de Elio: amor de verão não cruza o atlântico. Mas será que não?!

Será?!?!

Eu acredito que seja possível sim. Depende das duas partes por igual!



O filme tem um clima ensolarado, bem diferente das nuvens carregadas que encobrem o coração do personagem principal. A trilha sonora é bacana, as atuações são boas. Mas o roteiro adaptado ficou meio perdido dentro do enorme conflito amoroso dos dois homens. Senti isso.

Me chame pelo seu nome simplesmente foi indicado a 4 Oscars! Um feito incrível!

*Filme
*Ator
*Roteiro Adaptado
*Canção original

O jovem Timotheé Chalamet está incrível e devemos ficar de olho no talento do boyzinho



Vamos torcer sim ou claro no Oscar 2018?! 

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Crítica: O Destino de uma Nação

Oscar sem filme de segunda guerra mundial não é Oscar!

Esse ano, além de Dunkirk, que você pode conferir a crítica aqui, temos a presença de O Destino de uma Nação.



O filme conta a história do ilustre Winston Churchill quando assume o posto de primeiro-ministro do Reino Unido durante a II Guerra Mundial. 

O bom do filme é que, apesar de ser extremamente político, o roteiro é beeeem leve! Isso é ótimo, na verdade! Dá pra acompanhar o desenrolar da história sem ter que ficar lembrando as aulas de história de 20 anos atrás.

Winston era uma figuraça! Melhor que ele, hoje em dia, só a Gretchen mesmo!

Outro destaque do filme é a atuação de Gary Oldman.


Gary é um daqueles atores que a gente sabe que existe, que é famoso, mas custa lembrar de um filme que ele fez. No meu caso, só um vem a minha mente: A Letra Escarlate


Tem base essa transformação?! Não tem!

Gary já ganhou o Globo de Ouro e o Critic's Choice Awards de melhor ator. Já foi indicado ao SAG e estamos esperando a nomeação para o Oscar!

Mas eu estou com uma dúvida: Churchill está em alta ultimamente. Quem você acha melhor?


John Lithgow, em The Crown

ou 

Gary Oldman?

Está aberta a votação!!

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Crítica: Roda Gigante

Ele está vivoooo!!!!



Assistir a um filme de Woody Allen é ter sempre uma oportunidade para discutir com alguém. Mais uma vez ele embarca numa viagem, dessa vez a Cony Island dos anos 50. No barco dessa aventura está Kate Winslet, uma mulher "de idade" que passa por uma crise (será crise mesmo?) no casamento e que se apaixona por um cara mais novo, garanhão e falso. Sim, ele é falso, mesmo admitindo a verdade o tempo todo. Estamos falando de Justin Timberlake



O problema não é ele ser falso. O problema é que a enteada da Kate também se apaixona por ele.


E aqui vale ressaltar o meu amor por Juno Temple, essa atrizona da porra!

Vale ressaltar também que a fotografia desse filme não é uma mera brincadeira e eu gostaria muuuito de vê-la indicada ao Oscar, já que o filme em si foi completamente esquecido pelo Globo de Ouro e SAG Awards. Principalmente a indicação de Kate Winslet como melhor atriz. Não tem base nenhuma ela é ficar fora dessa disputa.

Vou ressaltar também o peculiar vício do filho de Kate: ele adora atear fogo nas coisas!


Quem nunca desejou tacar fogo nessa bagaça toda, chamada MUNDO??!!

Allen utiliza uma metáfora clara. Acho que Winslet deveria ter aprendido algo com o filho...

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Crítica: O Rei do Show

Como é bom começar o ano assistindo a um legítimo espetáculo no cinema!


Todos sabem do meu apreço pelos musicais, por isso não vai ser nenhuma novidade a minha rasgação de seda agora.

O Rei do Show conta a história de P.T. Barnum, um personagem real, criador do show bussiness (essas pessoas que inventam moda para ganhar dinheiro). De origem miserável, Barnum se apaixona por uma linda garota milionária e tenta realizar o seu sonho de criança: criar um mundo de fantasia. É claro que o filme retrata isso de uma forma lúdica e mágica, para que a gente possa se envolver com a estória de superação mamão com açúcar.

Para isso, esse diretor estreante abusa do talento de Hugh Jackman e Zac Efron. Para quem ainda não sabe, Hugh além de ser o macho alfa Wolverine, também é ator/cantor de musicais nas horas vagas. Para os interessados, assistam Os Miseráveis.

Sobre o Zac...não preciso citar o seu currículo. Basta só eu mostrar uma foto dele que está tudo resolvido


As músicas do filme são ótimas e dá vontade de sair cantarolando pelos corredores do shopping. Mas não é surpreendente: por trás dessa trilha estão os ganhadores do Oscar por La La Land.

Só achei a  participação de Michelle meio apagada. Gostaria de ter visto um número mais marcante, porque linda ela sempre está!



Para quem curte House of Cards, Paul Sparks, o amante da senhora Underwood, faz uma participação no filme como crítico de teatro. Bonitinho mas ordinário do mesmo jeito...





Kevin Spacey não curtiu muito essa participação

Não posso esquecer de mencionar a mensagem positiva sobre inclusão que o filme traz. Vários artistas do circo criado por Hugh são pessoas disformes, com características bem peculiares, tratadas como aberrações pela sociedade. A princípio a gente acha que Hugh só quer saber de ganhar dinheiro com elas, mas depois descobrimos que ele tem um bom coração...


O filme recebeu três indicações ao Globo de Ouro: Melhor filme musical/comédia, ator e canção original. Deve receber algumas no Oscar também! Vamos esperar com os dedos cruzados!


sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

SAG Awards 2018: indicados

E tome mais lista de fim de ano!

Cinema

Melhor elenco
  • "Doentes de amor"
  • "Corra!"
  • "Lady Bird: É hora de voar"
  • "Mudbound"
  • "Três anúncios para um crime"
Melhor atriz
  • Judi Dench ("Victoria & Abdul: O confidente da rainha")
  • Sally Hawkins ("A forma da água")
  • Frances McDormand ("Três anúncios para um crime")
  • Margo Robbie ("I, Tonya")
  • Saoirse Ronan ("Lady Bird: É hora de voar")

Amo Sally! Assistam Simplesmente Feliz! É hilário!
Melhor ator
  • Timothée Chalamet ("Me chame pelo seu nome")
  • James Franco ("Artista do desastre")
  • Daniel Kaluuya ("Corra!)
  • Gary Oldman ("O destino de uma nação")
  • Denzel Washington ("Roman J. Israel, Esq.")
Melhor atriz coadjuvante
  • Mary J. Blige ("Mudbound")
  • Hong Chau ("Pequena grande vida")
  • Holly Hunter ("Doentes de amor")
  • Allison Janney ("I, Tonya")
  • Laurie Metcalf ("Lady Bird: É hora de voar")

Diva vintage que substitui Meryl Streep
Melhor ator coadjuvante
  • Steve Carell ("A guerra dos sexos")
  • Willem Dafoe ("Projeto Flórida")
  • Woody Harrelson ("Três anúncios para um crime")
  • Richard Jenkins ("A forma da água")
  • Sam Rockwell ("Três anúncios para um crime")

Sempre falei mal dele, mas agora falo bem!
Melhor elenco de dublês
  • "Em ritmo de fuga"
  • "Dunkirk"
  • "Logan"
  • "Planeta dos Macacos: A guerra"
  • "Mulher-Maravilha"

— TV

Melhor elenco em série de drama
  • "The crown"
  • "Game of thrones"
  • "O conto de Aia"
  • "Stranger things"
  • "This is us"
Se tem Rory, minha torcida fica aqui!
Melhor elenco em série de comédia
  • "Black-ish"
  • "Segura a onda"
  • "GLOW"
  • "Orange is the new black"
  • "Vice"
Melhor atriz em filme para a TV ou série limitada
  • Laura Dern ("Big little lies")
  • Nicole Kidman ("Big little lies")
  • Jessica Lange ("Feud")
  • Susan Sarandon ("Feud")
  • Reese Witherspoon ("Big little lies")

Foto que não precisa de legenda
Melhor ator em filme para a TV ou série limitada
  • Benedict Cumberbatch "Sherlock")
  • Jeff Daniels ("Godless")
  • Robert De Niro ("O mago das mentiras")
  • Geoffrey Rush ("Genius")
  • Alexander Skarsgård ("Big little lies")

Foto que não precisa de legenda 2
Melhor atriz em série de drama
CATEGORIA MAIS DIFÍCIL!!!!
  • Millie Bobby Brown ("Stranger things")
  • Claire Foy ("The crown")
  • Laura Linney ("Ozark")
  • Elisabeth Moss ("O conto de Aia")
  • Robin Wright ("House of cards")

Melhor ator em série de drama
  • Jason Bateman ("Ozark")
  • Sterling K. Brown ("This is us")
  • Peter Dinklage ("Game of thrones")
  • David Harbour ("Stranger things")
  • Bob Odenkirk ("Better call Saul")
Melhor atriz em série de comédia
  • Uzo Aduba ("Orange is the new black")
  • Alison Brie ("GLOW")
  • Jane Fonda ("Grace and Frankie")
  • Julia Louis-Dreyfus ("Veep")
  • Lily Tomlin ("Grace and Frankie")
Melhor ator em série de comédia
  • Anthony Anderson ("Black-ish")
  • Aziz Ansari ("Master of none")
  • Larry David ("Segura a onda")
  • Sean Hayes ("Will & Grace")
  • William H. Macy ("Shmeless")
  • Marc Maron ("GLOW")
Melhor elenco de dublês em série de drama ou comédia
  • "Game of thrones"
  • "GLOW"
  • "Homeland"
  • "Stranger things"
  • "The walking dead"